Nova York (AE) – Agora que se classificou para a terceira rodada de um Grand Slam e passou a ocupar um lugar entre os cem primeiros do ranking mundial, Ricardo Mello faz o seu grande teste no US Open.

Hoje, em Flushing Meadows, pega um dos astros do tênis, o alemão Tommy Haas, tenista que já esteve na vice-liderança do ranking mundial em maio de 2002. Hoje, ocupa apenas a posição de número 45, mas esteve fora do circuito por causa de uma cirurgia no ombro.

“Vou entrar em quadra e fazer o meu melhor, sem me importar quem está do outro lado”, afirmou Mello. “Sei que o Haas é um tenista difícil, já esteve entre os líderes e, depois de um problema de saúde, voltou forte e está ganhando bons jogos.”

Haas conquistou dois títulos neste ano, em Houston e Los Angeles, mostrando estar em boa forma. Em seu último jogo, não deixou dúvidas de sua capacidade ao eliminar o francês Sebastien Grosjean em 4 sets.

Para Mello, como ele mesmo acentua, a vantagem está em entrar em quadra sem se sentir pressionado, pois a responsabilidade de vencer é de Haas. Só que jogar em um domingo em Flushing Meadows, em partida que vale vaga nas oitavas-de-final do US Open, sempre leva a fortes emoções. O incentivo para o brasileiro está no fato de uma vitória valer 150 pontos no ranking mundial, além de um cheque de US$ 70 mil.

A rodada de hoje completa todos os classificados para as oitavas-de-final do torneio, com alguns dos favoritos ao título em quadra, como o australiano Lleyton Hewitt diante do espanhol Feliciano Lopez.