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De Letra

Rexona perde em casa para o União São Caetano

  • Por Márcio Rodrigues
Patrícia Coco, destaque ontem,
passa fácil pelo bloqueio
desmontado do Rexona.

Ficou mais distante o sonho do terceiro título da Superliga Nacional de Vôlei feminina para o Rexona. Ontem à tarde, jogando no ginásio do Tarumã, na primeira partira da série melhor de três das quartas-de-final da competição, o time da casa foi surpreendido pelo Açúcar União São Caetano, perdendo por 3 sets a 2, parciais de 25/23, 16/25, 14/25, 25/14 e 13/15, em 1h53min de um jogo cheio de altos e baixos.

Agora o time do Rexona precisa vencer o confronto de quinta-feira, em São Caetano do Sul, no ABC paulista, para forçar o terceiro jogo, que caso ocorra, será no domingo que vem, mais uma vez em Curitiba.

Para o técnico Hélio Griner, sua equipe voltou a se apresentar muito nervosa. “Faltou tranquilidade. Nos momentos decisivos, cometemos muitos erros. Agora é voltar a trabalhar e para fazer uma boa partida e buscar a vitória”, disse um extenuado Griner, reconhecendo ainda que um fator que foi determinante na derrota para o adversário: a ausência da levantadora Fernandinha, que desfalca a equipe desde quinta-feira. A jogadora foi internada ao reclamar de fortes dores abdominais, mas os primeiros exames nada constataram.

Sobre a levantadora Camilla, Griner foi bastante condescendente, ao comenatar sua participação. “Dentro das circunstâncias, a Camilla foi bem. Ela tem apenas 18 anos, não pode ser tão exigida e entrou numa fogueira”, finalizou Griner.

No primeiro set, as duas equipes se alternaram na liderança do placar durante toda a parcial. Mas valeu a maior concentração do Rexona, que empurrado pela torcida, decidiu em um bloqueio simples de Walewska. No segundo e terceiro sets, o União não deu chance de reação a um Rexona apático e sem variar jogadas de ataque. O resultado foram oito pontos de bloqueio das paulistas, que ainda ganharam 14 em erros do time da casa.

No quarto set no entanto, já atrás no placar, o Rexona parece que acordou. Jogando com garra e concentração, o time de Helio Griner comandou as ações do início ao fim. Variando os ataques e determinado na recepção e defesa, marcou bem o ataque paulista e variou bem os saques. O resultado foi uma vitória maiúscula, que incendiou as arquibancadas.

Mas no tie-break, o Rexona, apesar de abrir quatro pontos, deixou o União vencer por 15/13, entregando dez pontos em erros, ao adversário.

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