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Rexona inicia luta por uma vaga na semifinal

  • Por Redação O Estado Do Paraná
Walewska alerta para as dificuldades.

Em busca de uma vaga nas semifinais da Superliga Feminina, o Rexona enfrenta o Açúcar União/São Caetano na primeira partida da série melhor de três das quartas-de-final. O jogo entre a equipe de Curitiba, terceira colocada na fase classificatória, e a do Grande ABC, sexta classificada, está programada para as 17h de hoje no Ginásio Tarumã, em Curitiba. Mais do que abrir a série com vitória, as jogadoras do Rexona precisam de uma boa apresentação, principalmente, diante da vibrante torcida que deve prestigiar o time.

Apesar da diferença de colocação entre Rexona e São Caetano, o time dirigido pelo técnico Helio Griner encara as adversárias com muita seriedade e respeito. A atacante israelense Tali garante que as jogadoras já deixaram de lado os problemas da fase classificatória, quando o Rexona alternou bons e maus momentos. Agora, todas só pensam no futuro. Ela dá um conselho ao time.

“Desde o início, temos de pensar que cada ponto é o último e nunca, jamais, relaxar. Será necessário estarmos concentradas o tempo todo. Não podemos desperdiçar chances”.

Quem também alerta para as dificuldades que o Rexona deve encontrar pela frente é a experiente meio-de-rede Walewska. “Esse será um jogo perigoso e teremos de tomar muito cuidado. Por terem vencido na última rodada da fase classificatória (3 a 0 em Campos), elas virão com moral para cima da gente”.

Outra responsável para tentar passar tranqüilidade para a jovem equipe (média de idade de 20 anos) é a atacante Raquel. Mesmo com somente 24 anos ela é uma das jogadoras com maior bagagem nacional e internacional do elenco.

“Temos de esquecer tudo o que aconteceu na fase anterior, pois agora não faz diferença nenhuma. Nossa obrigação é entrar firme e não dar chances para o São Caetano. Sacar bem para evitar as jogadas de velocidade delas será importante”, explicou Raquel.

“Para a também experiente líbero Dani, a maior preocupação do Rexona tem de ser com o próprio time. Na verdade, não importa quem será o adversário. Temos de pensar em nós mesmas, em fazer o nosso jogo fluir. Claro que o primeiro objetivo é uma vitória, de preferência que nos deixe satisfeitas. Para isso temos de estar concentradas e levar o São Caetano a jogar como a gente gosta”, completou.

Na opinião da atacante Sassá, que tem sido uma das mais regulares do Rexona, para conquistar a primeira vitória na série, o time tem de se apresentar bem taticamente. “Precisamos demonstrar tranqüilidade, jogar corretamente e fazer o que sabemos: jogar vôlei. Não podemos dar moleza, pois elas estão aí e vão dar trabalho”.

Na busca pela vitória, o Rexona não terá a levantadora Fernandinha. Com dores abdominais, por medida de precaução, a jogadora foi internada no Hospital Vita, em Curitiba. De acordo com o fisioterapeuta Guilherme Tenius, o Fiapo, Fernandinha foi submetida a vários exames, mas nada ficou constatado.

Griner coloca o Rexona em quadra com Camilla, Tali, Sassá, Raquel, Walewska e Cláudia, além da líbero Dani.

Serviço

Os ingressos para o jogo de estréia nas quartas-de-final poderão ser adquiridos hoje, a partir das 13h, nas bilheterias do Ginásio do Tarumã. Os preços praticados serão os mesmos da fase de classificação: arquibancadas saem por R$ 4,00, com estudantes com carteira da UNE ou UBES pagando R$ 2,00. As cadeiras custam R$ 8,00, e estudantes pagam metade. Já as cadeiras de camarote, têm preço de R$ 12,00.

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