Queda da cota de televisão foi muito prejudicial ao Paraná Clube

Relegado à Segundona desde 2008, o Tricolor não conseguiu se adaptar ou criar alternativas de receita para compensar a queda vertiginosa da cota de tevê. Em 2007, último ano em que o clube figurou na elite – e com direito a passagem pela cobiçada Libertadores da América – o faturamento com a tevê foi da ordem de R$ 5 milhões.

Hoje, na Série B, precisou mendigar na CBF para chegar a somente R$ 800 mil. A única saída tricolor para compensar essa perda foi recorrer à venda de garotos revelados na base.

No ano passado, por exemplo, com o dinheiro de Giuliano, Éverton e Rodrigo Pimpão, o clube sobreviveu até setembro com as contas equilibradas. Só que a partir daí, o que se viu foi um naufrágio total.

O quadro agravou-se com o excesso de contratações, na tentativa de voltar à Série A e, depois, para evitar a queda para Terceirona. Como, desde então, as revelações não passam de promessas, o clube não consegue estabelecer transações capazes de sustentar o departamento de futebol.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google