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Pressionado e com time reserva, São Paulo visita a Ponte Preta no Paulistão

  • Por Estadão Conteúdo

Um São Paulo com a cabeça totalmente voltada para a difícil missão de se classificar à terceira fase preliminar da Copa Libertadores entrará em campo neste sábado, às 19 horas, para enfrentar a Ponte Preta. Até por isso, a tendência é de equipe reserva no estádio Moisés Lucarelli, palco da partida válida pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

Três titulares já são baixas confirmadas: o volante Hudson, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o lateral-direito Bruno Peres, poupado devido ao desgaste físico, e o atacante Pablo, liberado para conhecer o primeiro filho, que nasceu na última quarta-feira, no Paraná, enquanto a delegação estava em Córdoba.

Outros nomes, como Hernanes e Nenê, também deverão ficar no banco, apesar de terem sido relacionados pelo técnico André Jardine, que sofre forte pressão no cargo e poderá ser demitido em caso de eliminação na Libertadores, na próxima quarta-feira, no Morumbi.

Na última sexta, integrantes de duas torcidas organizadas do clube estiveram presentes no CT da Barra Funda para conversar com jogadores e membros da diretoria. O tom foi de cobrança por melhores resultados.

No Paulistão, a situação ficou um pouco mais confortável com a derrota do Ituano para o Red Bull Brasil, na abertura da rodada. O time se manteve na liderança do Grupo D, com nove pontos, dois à frente do rival de Itu, que agora tem um jogo a mais. Oeste, com seis, e Botafogo, com quatro, completam a chave.

Na Ponte, o jogo contra o São Paulo pode ser um divisor de águas. Um tropeço vai instalar de vez a crise no Moisés Lucarelli depois de uma semana bastante tumultuada nos bastidores. A derrota para o Bragantino, por 2 a 1, no último domingo, resultou na demissão de Mazola Júnior, que conseguiu somar apenas cinco dos 15 pontos disputados e deixou o time na terceira colocação do Grupo A. Para o seu lugar, a diretoria procurou Gilson Kleina, que não aceitou voltar por conta da situação financeira ruim do clube.

Sem o plano A, a diretoria acertou com Jorginho, que comandou o clube no vice da Copa Sul-Americana de 2013 e estava sem clube desde que deixou o Vasco em agosto do ano passado. O novo treinador vai assistir o jogo nos camarotes do estádio.

O auxiliar técnico fixo João Paulo Sanches é quem ficará no banco de reservas. Ele acredita na superação dos jogadores. “Precisamos virar a chave, com uma retomada na competição. Uma vitória pode ser o diferencial necessário para iniciarmos uma nova etapa dentro do campeonato”.

Diante da mudança na comissão técnica e com os últimos três treinamentos tendo sido realizados com os portões fechados, a escalação é uma incógnita. O volante Edson recebeu o terceiro cartão amarelo em Bragança Paulista e deve dar lugar para Nathan, que vai para o jogo mesmo com o falecimento do seu primo na tragédia no Ninho do Urubu, no Flamengo.

“A possibilidade de mudança é mínima, mas existe a chance por fatores médicos. Confesso que não tem muito mistério comigo, mas esse momento exige um pouco disso. Os atletas sabem o que estamos passando e achamos melhor uma privacidade para eles”, disse o interino.

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