Ponte Preta busca a reabilitação contra o Palmeiras mesmo com baixas importantes

Depois de sofrer a sua segunda derrota no Campeonato Brasileiro, perdendo por 2 a 0 para o Corinthians na última quinta-feira, a Ponte Preta não teve nem tempo para treinamentos antes de receber o Palmeiras neste domingo, às 18h30, na Arena Pantanal, em Cuiabá, pela 11.ª rodada da competição. O time de Campinas decidiu vender o jogo para fora do estádio Moisés Lucarelli em busca de recuperar o “caixa perdido” por ter feito os dois primeiros mandos, contra São Paulo e Chapecoense, com os portões fechados por punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

“A nossa torcida entendeu muito bem a nossa atitude porque não temos a mesma receita dos grandes clubes”, justificou o vice-presidente executivo, Giovane Dimarzio. O clube recebeu, de forma antecipada, R$ 850 mil de cota de um grupo empresarial da capital do Mato Grosso. O time fez dois jogos em casa sem torcida porque cumpriu punição por confusões de seus torcedores em Joinville (SC), no ano passado, na 35.ª rodada da Série B do Brasileiro.

O jogo é de suma importância para as pretensões de ambos em se aproximarem do G4. A Ponte Preta tem 16 pontos, um a mais que o Palmeiras, que está na nona colocação. Depois de cumprir sua primeira meta de somar, pelo menos, 15 pontos em 10 jogos, o time campineiro busca mais pontos para atingir o seu objetivo principal: se manter na elite nacional em 2016.

“Fizemos um planejamento para ficar entre os 10 primeiros colocados. Esperamos somar mais 15 pontos nos próximos 10 jogos a contar deste diante do Palmeiras”, afirmou o técnico Guto Ferreira, que considera normal o time sofrer baixas durante a competição. “Todos times vão sofrer com isso, mas a diferença é que nosso elenco é mais reduzido”, completou.

A delegação viajou no sábado para a capital mato-grossense. Sem muito tempo para lamentações, Guto Ferreira vai ter dois grandes desfalques. Jogador do time com maior número de desarmes, o volante Fernando Bob levou o terceiro cartão amarelo e cumpre suspensão, bem como o meia Renato Cajá, principal artilheiro do clube no Brasileirão, com cinco gols.

Como não vai fazer nenhum treinamento coletivo, a tendência é que o técnico leve a campo os substitutos naturais de cada um. Paulinho entrou bem contra o Corinthians e deve entrar na vaga de Fernando Bob. Já na articulação, Roni é o favorito. Mas o treinador também pode optar em alterar o esquema tático e colocar Juninho.

A boa notícia será a presença dos atacantes Biro Biro e Diego Oliveira. Os dois deixaram o último jogo reclamando de dores musculares, mas os exames não detectaram nenhuma lesão. Apenas cansado muscular.

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