A entrevista do meia Modric, desdenhando da seleção mexicana e do goleiro Guillermo Ochoa, foi um dos assuntos mais comentados durante a coletiva de imprensa do técnico do México, Miguel Herrera, concedida na Arena Pernambuco, no Recife, palco do jogo que será realizado nesta segunda-feira. O treinador resolveu adotar uma postura mais política, mas sem deixar de dar uma leve provocada.

“Eles podem falar o que quiser. O mais importante é o que vai acontecer dentro de campo. Nosso grupo é forte e acredito que será um jogo em que as duas equipes vão atacar. Veremos qual é a equipe mais sólida dentro de campo, não falando”, disse o treinador.

Dentre outras coisas, o meia do Real Madrid falou que a Croácia tem jogadores individualmente melhores do que o México e que Mandzukic, principal atacante da Croácia, já fez gols em vários goleiros melhores do que Ochoa.

Herrera não quis comentar sobre os temas, mas fez uma lembrança aos croatas. “Acredito que teremos pressão nos dois lados. Claro que temos vantagem, mas não somos nós que temos a pressão maior. Eles precisam correr atrás do resultado, já que o empate é nosso. Mas vamos fazer o que a gente vem fazendo. Nada de ficar na retranca”, assegurou.

Sem fazer mistérios, Herrera confirmou que a formação inicial será a mesma que empatou sem gols com o Brasil. Assim, o time que vai a campo é Ochoa; Rodríguez, Héctor Moreno e Rafa Márquez; Aguilar, Herrera, Vásquez, Guardado e Layún; Giovani dos Santos e Peralta.

O vencedor da partida está classificado. As duas equipes se classificam com um empate caso o Brasil seja derrotado por Camarões. Se o time de Felipão não perder, o México precisará apenas de um empate para se classificar para as oitavas.