A Vila Capanema está novamente liberada. Segundo a diretoria do Paraná, o estádio já está adaptado e pronto para receber os jogos do Tricolor para a sequência da Copa do Brasil e disputa da Série B em 2015.

O laudo de segurança que foi empecilho durante o Estadual foi finalmente renovado e agora vale até dezembro de 2015, conforme já consta no site da Federação Paranaense de Futebol (FPF).

Para que isso acontecesse, o clube precisou trocar praticamente toda a estrutura de alambrados que separa a torcida do campo no estádio. O clube chegou a cogitar trocar os alambrados por placas de acrílico, mas a ideia não foi adiante.

“Trocamos todo o alambrado, foram mais de 360 metros de alambrados trocados”, explicou o presidente do clube, Luiz Carlos Casagrande, o Casinha, que não teme que novos problemas de inspeção aconteçam no Durival Britto. O laudo de prevenção e combate de incêndio do estádio vence dia 30 de abril, ou seja, daqui 15 dias.

“Sobre isso, já está tudo em ordem e haverá nova vistoria do Corpo de Bombeiros no final de semana. A vigilância sanitária também está certa e válida até março do ano que vem”, complementou o mandatário paranista. Com isso, o duelo de volta contra o Jacuipense, na próxima quarta-feira, às 19h30, pela Copa do Brasil, está confirmado para a Vila. No jogo de ida, o Tricolor venceu por 1×0 e agora precisa somente de um empate para garantir a vaga. “O estádio está liberado para 17.140 torcedores”, explicou Casinha.

Por causa de problemas na renovação do laudo de segurança da praça esportiva, o Paraná chegou a mandar o clássico contra o Coritiba, válido pela última rodada da primeira fase do Estadual com portões fechados. Na sequência, teve de receber o Operário, pelo primeiro duelo das quartas de final, no Couto Pereira, emprestado pelo rival coxa-branca. Na ocasião, o Tricolor acabou registrando seu maior público no ano, com 5.397 pagantes.

Edson Sitta

O volante Edson Sitta entrará na Justiça a fim de receber o que o clube lhe deve. O Paraná deve fazer uma nova proposta para renegociar as dívidas e assim evitar a via judicial. Em negociação anterior, o jogador já abriu mão de metade do total a que teria direito. “Quase todas as economias que o Edson conseguiu fazer em 16 anos como profissional foram gastas em dois anos de Paraná. Não é justo”, desabafou Dana Sitta, esposa do jogador.