O quinto pior aproveitamento ofensivo da Série B do Campeonato Brasileiro, com apenas 17 gols marcados, depois do primeiro turno realizado fez a diretoria do Paraná Clube reforçar o setor para a sequência da competição. As chegadas do meia Cristian e dos atacantes Guilherme Queiroz e Fernando Karanga provaram também que a paciência com o atacante Lúcio Flávio está chegando ao fim e o centroavante deve perder espaço daqui para frente.

Antes mesmo de o Tricolor confirmar as contratações do meia Cristian e do atacante Guilherme Queiroz, o superintendente de futebol paranista, Helcio Alisk, admitiu que o ataque precisa, neste segundo turno, melhorar seu rendimento, mas pontuou a qualidade dos jogadores de frente do elenco.

“Se for falar do ataque do Paraná, se for ver, a gente tem bons jogadores. São atletas que estão até tendo procura e eu era do mercado. Temos Henrique, Válber, Nádson, Robson, Lúcio (Flávio). Tem grandes jogadores, mas a gente precisa melhorar o nosso rendimento, tanto na nossa parte diretiva, quanto da comissão e atletas. Esse resgate que tem que ter. A gente precisa, em um primeiro plano, resgatar a confiança novamente”, apontou o cartola.

Agora, com as contratações dos atacantes Fernando Karanga e Guilherme Queiroz, o técnico Marcelo Martelotte terá um leque de opções maior para aumentar o poder de fogo do Tricolor. Com vaga garantida no ataque está apenas o atacante Robson, que já fez 8 gols na Segundona e é o quarto maior goleador da competição.

Mesmo com a concorrência maior, o atacante Lúcio Flávio, que já foi bastante cobrado pela torcida paranista em alguns jogos na Vila Capanema, principalmente pela sequência de pênaltis perdidos, ainda deve ganhar mais uma oportunidade na equipe titular diante do Brasil de Pelotas, na próxima sexta-feira (19), na Vila Capanema. O camisa 9, porém, entrará em campo mais pressionado e ciente de que, se não voltar a ter um grande desempenho, perderá seu lugar na equipe tricolor.