Na média, o desempenho do Paraná Clube dentro de campo foi apenas razoável. Mesmo não tendo perdido um clássico sequer, o clube ficou em um modesto 4.º lugar no Campeonato Paranaense. Com a eliminação precoce na Copa do Brasil, a diretoria decidiu pela demissão do técnico Toninho Cecílio. Começava ali o projeto para a Série B, com a contratação de um treinador emergente e destaque no Paulistão. Com Dado Cavalcanti vieram reforços pontuais e um salto de qualidade no Tricolor.

Dentro de campo, os resultados foram acontecendo. O time apresentava um futebol convincente e envolvente, fechando o turno com 36 pontos e na 3.ª colocação, atrás somente de Palmeiras e Chapecoense. Era, naquele momento, visto como favorito ao acesso. Só que o sentimento da opinião pública acabou invadindo os “muros do clube”. O grupo acreditou, antes do tempo, que o acesso era questão de tempo. Veio a queda de rendimento, as mudanças e o Paraná não sustentou sua campanha no returno. Foi apenas o 14.º colocado, o que lhe custou cinco posições na classificação geral.

Com um modesto 8.º lugar, viu Sport e Figueirense garantirem o acesso ao lado de Palmeiras e Chapecoense. Mesmo tendo feito a sua melhor campanha desde a queda, o Tricolor mais uma vez marcou passo e, com a queda do São Caetano, é o clube há mais tempo na Série B. Em 2014, disputará a competição pela sétima vez consecutiva.