O caso do gás no vestiário do São Paulo durante o intervalo do clássico com o Palmeiras, no último domingo (20), no Palestra Itália, ainda está rendendo muita polêmica. Depois das críticas são-paulinas, a diretoria palmeirense resolveu contra-atacar e chega até a insinuar que o rival seria o responsável pelo problema.

Assim como fez o São Paulo no domingo, o Palmeiras também registrou um Boletim de Ocorrência sobre o caso. Tanto que a polícia já esteve no Palestra Itália na tarde de segunda-feira para fazer um laudo técnico do vestiário e tentar descobrir por onde entrou o misterioso gás.

Além disso, em nota oficial divulgada no final da noite de segunda-feira, a diretoria do Palmeiras ataca o São Paulo. Os palmeirenses aproveitam para lembrar da farsa do goleiro Bosco, que fingiu ser atingido por uma pilha durante o clássico do ano passado no Palestra Itália, para insinuar que os próprios são-paulinos poderiam ter disparado o gás no vestiário do estádio no último domingo.

O caso ainda terá outros desdobramentos. Além das investigações policiais, o procurador do Tribunal de Justiça Desportiva, Antônio Carlos Meccia, já avisou que irá investigar o caso e pode até pedir a interdição do Palestra Itália, o estádio palmeirense.