O Milan não demorou a responder ao técnico Dunga, que acusou o clube italiano de ser o responsável pelo corte de Kaká da seleção brasileira. Em entrevista ao jornal Gazzetta Dello Sport o vice-presidente do time rubro-negro, Adriano Galliani, disse que não existe qualquer interferência.

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"Nós não nos metemos em nada", afirmou o dirigente. "O Milan não fez absolutamente nada e de forma alguma pensamos em impedir o Kaká de jogar por seu país".

O dirigente do Milan lembrou que o clube acatou a decisão do médico da seleção brasileira, José Luís Runco de realizar uma artroscopia no joelho esquerdo do meia, que se recupera no CT do São Paulo.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) garante que o responsável pelo corte de Kaká das partidas diante do Paraguai e da Argentina, válidas pelas Eliminatórias à Copa de 2010, é o Milan. A entidade inclusive disponibiliza, em seu site oficial, o fax enviado pelo médico do clube italiano, Massimiliano Sala, afirmando que Kaká precisaria de 20 dias de treinos físicos para voltar a jogar.

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