O Hall da Fama do tênis confirmou nesta segunda-feira a inclusão da suíça Martina Hingis e de outros três novos membros em sua seleta lista de pessoas que deram contribuições ao esporte. Hingis foi eleita para o grupo restrito ao levar a melhor na votação contra o alemão Michael Stich e o checo Helena Sukova.

A suíça se destacou no tênis profissional ao alcançar o topo do ranking e conquistar 15 títulos de Grand Slam na década de 90. Foram 5 troféus de simples, além de nove em duplas e um em duplas mistas.

O primeiro foi obtido em 1996, em Wimbledon. Ao vencer nas duplas, com apenas 15 anos e 9 meses de idade, ela se tornou a mais nova campeã de Grand Slam na história do tênis. Hingis foi ainda a mais jovem a alcançar o 1º lugar do ranking.

Em março de 1997, ela atingiu o topo aos 16 anos. Ao todo, foram 209 semanas na liderança da lista da WTA. Além disso, ocupou o 1º lugar no ranking de duplas durante 35 semanas.

Hingis abandonou o tênis em situação polêmica, aos 27 anos. Em novembro de 2007, ela anunciou a aposentadoria meses após ser flagrada em teste positivo para cocaína, durante a disputa de Wimbledon. Ela negou ter usado a substância proibida, mas não tentou apelar diante da iminente punição.

A turma de 2013 do Hall da Fama conta ainda com os ex-tenistas Cliff Drysdale, Charlie Pasarell e Ion Tiriac, incluídos na seleta lista por suas contribuições ao esporte. Antes a instituição já havia anunciado a australiana Thelma Coyne Long, ex-tenista de 94 anos, na categoria Master.