A primeira-dama, Marisa Letícia, recebeu os jogadores com uma camiseta da seleção autografada anteriormente e os levou a um passeio pelas dependências da residência oficial da Presidência da República. Em seguida, ela e Lula tiraram fotos com os jogadores. A visita durou menos de uma hora. Por alguns minutos, Lula conversou separadamente com Dunga.

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“O presidente transmitiu uma mensagem de confiança, mais do que presidente, falou como torcedor, como um dos 190 milhões de brasileiros que confiam que a seleção vai dar o máximo de si para conseguir o melhor resultado”, disse o ministro do Esporte, Orlando Silva, que participou do encontro com a seleção.

O ministro lembrou que há quase de 40 anos uma seleção brasileira não visitava um presidente antes de ir à Copa do Mundo e afirmou, descontraído, que a escolha do Rio de Janeiro para sede das Olimpíadas de 2016 mostra que Lula não é “pé-frio”: “O presidente já mostrou que é pé-quente quando muitos imaginavam que não ganharíamos a Olimpíada e disseram para ele não ir lá”.

A torcida que se reuniu na frente do Alvorada, no entanto, ficou frustrada. Os jogadores entraram e saíram do palácio em um ônibus com vidros escuros totalmente fechados. Sobrou para o ministro Orlando Silva a tarefa de achar uma desculpa. Ele disse que não é comum que eventos como este, no Palácio da Alvorada, seja abertos para o público. Disse ainda que a equipe tem horários a cumprir no cronograma da viagem para a África do Sul.

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Um incidente movimentou o encontro de Lula com a seleção. Um humorista de um programa de televisão entrou no Palácio do Alvorada junto com profissionais da imprensa e, aos gritos, tentou chamar a atenção do técnico Dunga. Ele foi retirado pelos seguranças e levado à Polícia Federal para prestar depoimento.

De Brasília, a seleção foi para o Rio de Janeiro e, de lé, segue para a África do Sul. A Copa do Mundo começa no dia 11 de junho e a equipe brasileira estreia no dia 15, contra a Coreia do Norte. O presidente Lula também vai receber, nos próximos dias, o trio de arbitragem que representará o Brasil na Copa: o árbitro Carlos Eugênio Simon e os auxiliares Altemir Hausmann e Roberto Braatz.

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