Antônio Lopes não lamentou o empate em casa contra o Grêmio. Segundo o técnico, o Atlético esteve muito bem defensivamente, porém, no ataque, criou poucas situações para vencer o adversário. “O empate foi um resultado justo pelo fato das duas equipes priorizarem a marcação forte. Isso fez com que a criatividade não aparecesse”, destacou.

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O Delegado explicou que armou a sua equipe levando em conta a formatação adotada pelo Grêmio, time que tem um grande poderio ofensivo. “Você tem uma maneira de atuar, tem uma filosofia de jogo, mas tem que projetar a parte tática em consequência do que o adversário pode apresentar. Não podia deixar o Tcheco e o Souza ficarem à vontade. Os dois jogadores de frente também são muito bons. Então tínhamos que cuidar dessa parte. Não podíamos dar boa vida para eles. Mas tínhamos que explorar as deficiências do adversário também”, analisou o técnico.

Para buscar a vitória, no 2.º tempo, o treinador posicionou o Atlético com três atacantes. Wallyson e Wesley abertos e Alex Mineiro centralizado. A produtividade melhorou, mas foi muito pouco para chegar ao gol.

“Melhoramos em termos ofensivos. Criamos mais no 2.º tempo. Com o Alex, o time ganhou em ofensividade já que o Marcinho é mais meia-atacante. Mas criamos pouco porque o Grêmio marcou bem também”, finalizou

Paciência

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Para o atacante Wallyson “a torcida tem que ter um pouco mais de paciência com o grupo rubro-negro quando a partida é na Arena”. E explicou porquê. “As equipes que vêm jogar aqui (Arena), ficam atrás.

Para os atacantes os espaços diminuem. Mas o Atlético está de parabéns. O time lutou, correu, mas não saiu o gol. O Alex entrou e melhorou porque prendeu os zagueiros. Agora tem o Inter e estamos jogando bem fora”, comentou.

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