Por 4 milhões de euros (aproximadamente R$ 13 milhões), Élber transferiu-se do alemão Bayern Munique para o francês Lyon. A notícia não é nova, mas de uns dias para cá anda mexendo com o Londrina. O clube que revelou o atacante se apóia numa cláusula da Fifa que permite ao primeiro time da carreira de um jogador até 5% do valor pago em futuras negociações do atleta.

O presidente do Londrina, o advogado Osvaldo Sestário, disse a um jornal local ter um procurador que está cuidando do caso na Europa. “É um agente reconhecido pela Fifa”, assegurou. O emissário, segundo o dirigente, tem em mãos um documento da Federação Paranaense de Futebol dando conta do vínculo de Élber, ainda como amador, entre 1990 e 1991.

Sestário, contudo, reconhece que o Londrina não tem direito à cota máxima. “Acho que conseguiremos 2,8% da transação, uns R$ 250 mil”, acredita. O valor integral da cláusula da Fifa valeria se Élber tivesse ficado no clube entre os 12 e os 20 anos de idade. O atacante, entretanto, deixou Londrina com 19 anos, vendido para o Milan, por 1 milhão de dólares.