Heriberto volta a pedir reforços à diretoria

O resultado do Atletiba de sábado deverá apressar os planos da diretoria do Atlético de reforçar o elenco. O time jogou com a força máxima e mostrou algumas deficiências que ainda não foram sanadas após a saída de alguns dos principais jogadores. Pelo menos quatro posições (zagueiro, volante, meia e atacante) estão precisando com urgência de uma opção a mais para o técnico Heriberto da Cunha montar a equipe.

“Sabemos que em alguns setores teremos que repor porque saíram jogadores de alto nível”, admite o assessor executivo Antônio Carletto Sobrinho. Segundo ele, os contatos estão sendo mantidos, mas o maior problema continua sendo a dificuldade financeira. “Não é fácil repor. Estamos trabalhando neste sentido sem pressa, mas com muito critério para trazer jogadores certos”, explica.

A necessidade de peças de reposição com mais qualidade voltou a ser pedida pelo técnico Heriberto da Cunha após a partida. “Nós estamos com dificuldade em alguns setores e isso já foi passado para a diretoria”, aponta. Segundo ele, não há motivo para seu trabalho estar sendo posto em xeque pela torcida. “O que eu tenho para falar ao torcedor é que esta equipe, que está jogando hoje, é a melhor equipe que nós temos na mão”, diz.

Segundo o treinador, além de mais opções, está faltando também entrosamento para o time. “O Dagoberto falou para mim que ficou parado cinco, seis dias e que perdeu a condição. É dessa forma, você tem que ter tranqüilidade, trabalhar e, se o presidente acha que o trabalho é bom, continua, se não achar, não possa fazer nada”, finaliza.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.