Flamengo não vence em Curitiba há 34 anos

O time atleticano terá a missão de manter um tabu contra o Flamengo. A última derrota do Furacão para o Urubu, em Curitiba, válido por Campeonato Brasileiro, foi em 1974. Na Arena da Baixada, a supremacia paranaense é incontestável. Em oito jogos, conquistou sete vitórias e um empate. E alguns desses resultados foram bem expressivos, como o 4 a 0 em 2001 e 4 a 1 em 2003.

Vencer o Flamengo representa ao Atlético a permanência na divisão de elite sem precisar sofrer e torcer por combinação de resultados de outras partidas. Por isso, a conquista dos 3 pontos é o único resultado cogitado no CT do Caju e pelo torcedor na semana que passou. Para alcançar o objetivo, Geninho pretende colocar um time equilibrado em campo, mas que não abra mão de encurralar o adversário. Com a suspensão de Ferreira, o ataque está confirmado com Júlio César e Rafael Moura. A dúvida – que será esclarecida somente minutos antes da partida – está no meio-campo entre Julio dos Santos ou Kelly. Um deles será o responsável pela distribuição de jogo no Furacão.

Pressão

Sobre a possibilidade da equipe se sentir pressionada por ter que buscar o resultado em casa e encarando a cobrança do torcedor, Geninho comentou: “Aqui é a nossa casa e ninguém tem que ter medo de jogar em casa. Se tivermos medo, estamos perdidos. A torcida é aliada e não inimiga. Claro que o torcedor é passional, mas ele se manifesta de acordo com o que o jogador desempenha em campo. O atleta tem que demonstrar raça, determinação, técnica e vontade de vencer. Daí a torcida vai jogar do lado. Se o torcedor vê o jogador acomodado, fugindo do jogo e errando, não vai bater palma e daí vem a cobrança. Então é o jogador que encaminha o torcedor para o seu lado ou contra si”, explicou.

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