Em um grupo que conta com Uruguai, Itália e Inglaterra, três países que já conquistaram o título mundial, a seleção de Costa Rica é considerada uma das maiores zebras da Copa. E é justamente por não gerar expectativas que a seleção da América Central se torna mais perigosa, afirmou o volante uruguaio Arévalo Ríos, adversário dos costarriquenhos na estreia das duas seleções no Brasil.

Titular da Celeste Olímpica, Arévalo Ríos acredita que a falta de pressão pode favorecer a seleção de Costa Rica. “Eles não tem nada a perder e muito a ganhar”. Para o volante, um sistema defensivo sólido será essencial para que a equipe uruguaia não tenha surpresas no jogo deste sábado, em Fortaleza. “Devemos estar muito concentrados e tentar de todas as formas não sofrer gols. Esta é uma das chaves da partida”, avaliou.

Arévalo Ríos admite que o Uruguai terá dificuldades em passar de fase por conta da força das seleções presentes em seu grupo, mas aposta no histórico de superação da equipe. “Quanto mais difíceis são os obstáculos, sempre nos levantamos e seguimos adiante”, afirmou. “A chave é muito dura, mas se passarmos será uma injeção de moral”, completou.

Ex-jogador do Botafogo, Arévalo Ríos acredita ainda ter o que acrescentar na seleção uruguaia, apesar de seus 32 anos. “Mas há também os jovens que têm o sonho de vestir a camisa da seleção e chegará o momento de lhes dar espaço”.