Embora tenha feito sete contratações para 2017 (Keno, Raphael Veiga, Hyoran, Guerra, Michel Bastos, Felipe Melo e Antônio Carlos) e conte hoje com 31 jogadores no elenco, o Palmeiras só vai poder inscrever 28 atletas no Campeonato Paulista. Esse cenário, na visão do zagueiro Edu Dracena, vai gerar uma “guerra” entre os jogadores, mas com efeitos positivos.

“Vai ser uma guerra muito grande para ficar entre os 28 no Paulista. Na Libertadores também. Isso eleva o nível de atuação. Internamente, tem uma competição saudável para que a gente consiga nosso objetivo. Bom para elevar o nível”, afirmou o zagueiro em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira na Academia de Futebol.

A diretoria tem até o dia 2 de fevereiro para enviar à Federação Paulista de Futebol (FPF) a relação dos participantes. O prazo é de três dias antes da estreia oficial, contra o Botafogo, no Allianz Parque. Antes disso, o técnico Eduardo Baptista terá mais um amistoso para avaliar quem receberá a oportunidade. Depois de enfrentar a Chapecoense, no último sábado, a equipe vai pegar a Ponte Preta no próximo domingo.

Com a chegada do novo técnico, Dracena afirmou que nenhum jogador está garantido como titular. “Quando muda o treinador, mudam várias situações. Quem estava jogando fica com um pé atrás. Todos estão no mesmo nível. No ano passado, nós mostramos que é com o grupo que se ganha. Eu joguei 17 jogos no Brasileiro, um reserva não joga tudo isso. Não tem essa de titular”, disse o defensor.

Embora tenha sido bastante utilizado no ano passado, Dracena ainda não fez gols com a camisa do Palmeiras. Em 2017, espera quebrar a escrita. “O ano de 2017 vai ser diferente. Já estão saindo vários gols nos treinos. O importante é ajudar, como ajudei no ano passado. Tivemos a defesa menos vazada. Quem sabe possa sobrar alguma bola esse ano. Vai sair na hora certa”, afirma.