O futebol paranaense é o segundo mais valioso do Sul do Brasil. Coritiba e Atlético valem, juntos, R$ 107 milhões e são, respectivamente, o terceiro e o quarto times mais valiosos da região. O Coxa vale R$ 64,9 milhões e o Furacão R$ 42,1 milhões. A dupla está à frente do futebol catarinense, que atualmente é o Estado da região Sul que mais conta com representantes nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro (quatro, contra três do Paraná e apenas dois do Rio Grande do Sul). O mais próximo é o Figueirense, quinto colocado, com um valor de R$ 32,9 milhões.

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Por outro lado, tanto o Alviverde quanto o Rubro-Negro, estão muito longe dos líderes do ranking: Internacional e Grêmio, que somados valem R$ 338,8 milhões, mais que o triplo dos paranaenses. O colorado gaúcho não só domina a região, como é o terceiro mais valioso do Brasil, com R$ 193,9 milhões. Em seguida vem os gremistas, com um valor de R$ 144,9 milhões.

O Rio Grande do Sul, aliás, domina com certa tranquilidade. Entre os 10 mais valiosos, o Estado conta com cinco equipes, seguido do Paraná, que tem três times, e de Santa Catarina, com dois. O terceiro representante paranaense é o Corinthians (R$ 16,3 milhões) que aparece na oitava colocação, junto com o Caxias-RS.

A diferença tem uma explicação: o estudo da Pluri Consultoria é baseado no valor de mercado dos jogadores do elenco. Enquanto o Inter tem nomes como D’Alessandro, Leandro Damião, Dagoberto, Dátolo, Oscar, Tinga e Guiñazu, e o Grêmio tem Kléber, Marcelo Moreno, Douglas, Gilberto Silva e Victor, Coxa e Furacão não contam com nomes expressivos dentro do grupo.

Allan Costa Pinto
Rafinha: R$ 100 mil por mês.
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O Alviverde ainda tem o zagueiro Emerson, convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira no ano passado, o que valorizou o seu passe, assim como Rafinha, que foi sondado por outros times. Já o Furacão, apesar de contar com Santiago “Morro” García, que custou R$ 7 milhões aos cofres atleticanos, tem como seu jogador mais famoso o já rodado Paulo Baier.

Um outro ponto que mostra a distância da dupla Atletiba em relação ao grupo mais forte do Brasil (que conta com os clubes do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre) é a colocação no ranking nacional. O Coritiba é apenas o 13.º mais valorizado, enquanto o Atlético é o 16.º. A situação atleticana é ainda pior, uma vez que a equipe se encontra atrás da Portuguesa, campeã da Série B do ano passado, e do Bahia, que também não faz parte dos chamados grandes.

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Outros paranaenses

Os outros clubes paranaenses que aparecem na lista ocupam posições modestas no ranking. O Londrina é apenas o 15.º, seguido por Operário (19.º), Iraty (20.º), Rio Branco (23.º), Arapongas (27.º), Paranavaí (28.º) e Cianorte, que mesmo dividindo a liderança do Estadual, também está com 100% de aproveitamento, e ocupa a 30.ª e última colocação. Curiosamente, o Paraná Clube não aparece na lista. O levantamento foi feito apenas com clubes que participam da elite estadual.