O técnico do Palmeiras, Dorival Júnior, negou existir problemas de relacionamento entre brasileiros e estrangeiros dentro do elenco da equipe. Em entrevista ao SporTV, o treinador contou que conversou com os atletas nascidos em outro país para garantir a eles que teriam o mesmo espaço dado aos brasileiros dentro do time, mesmo com a saída do técnico argentino Ricardo Gareca.

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“Não tem problema de relacionamento. Conversei com oito estrangeiros. Todos disseram que foram muito bem recebidos. Há momentos em que as coisas não acontecem. Acompanhamos o trabalho do Ricardo (Gareca) e sabemos o potencial de um profissional como ele”, disse. O treinador argentino indicou ao clube quatro compatriotas (o meia Allione, o zagueiro Tobio e os atacantes Cristaldo e Mouche), todos com contratos de no mínimo quatro anos de vínculo.

Além do quarteto argentino, no elenco há o chileno Valdivia, o paraguaio Mendieta e os uruguaios Eguren e Victorino. Com oito estrangeiros, o Palmeiras não pode relacionar todos juntos para uma mesma partidas. Em jogos do Brasileirão, por exemplo, o máximo é de cinco atletas nascidos fora do País.

Dorival estreou como técnico da equipe no último domingo, contra o Atlético-PR, e apesar de considerar o empate em 1 a 1 como um bom resultado, admitiu a dificuldade de fazer o time evoluir. “Não é fácil de tentar dar um novo padrão à equipe dentro do que você imagina ser o ideal. O que dificulta não é ter tempo de treinamento”, disse.

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