Eduardo Barroca assumiu um compromisso ao ser contratado pelo Coritiba: fazer o time ser agressivo, ofensivo. É bom lembrar que o Coxa voltou para a primeira divisão após 13 jogos de invencibilidade com Jorginho, mas com um estilo de ‘saber sofrer’ que angustiava a torcida. Fazer uma alteração tão brusca de forma de jogo é complicado, ainda mais tendo boa parte da base da temporada anterior. Com tudo isso, a vitória de virada por 2×1 sobre o FC Cascavel foi muito importante.

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No primeiro jogo é claro que não ia ser tudo de acordo com o pensamento do treinador. Aí ainda Paulo Baya acerta um pombo sem asa (mas que, claro, mantém viva a dúvida entre Alex Muralha e Wilson) e o FC Cascavel saiu na frente. A torcida já ficou impaciente, Thiago Lopes e William Matheus foram cobrados e o time demorou a se acertar.

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Na base da pressão e na qualidade de Guilherme Parede, o Coritiba empatou. O bem arrumado time de Marcelo Caranhato impôs dificuldades, mas Rafinha tirou um coelho da cartola no último lance para dar a vitória – em mais um gol decisivo de Robson. Três pontos que dão tranquilidade para a ‘revolução’ de Barroca.