Éder Paixão, Moacir Pereira, Alexandre Lopes. Edison Borges, Marcelo Giacomelli, Glydston Ananias. No dia-a-dia, os seis profissionais formaram a “linha de frente” da comissão técnica do Coxa. Deram ao treinador e aos jogadores o suporte necessário para a longa jornada, que começou em maio e termina apenas este mês.

Alexandre Lopes é talvez o profissional mais visível entre “todos os homens de Ney Franco”. O preparador físico é sempre um candidato a críticas se o time não está rendendo bem.

Mas em quase um ano e meio de atuação não se ouviu um senão ao trabalho de Lopes, que foi o primeiro escolhido por Ney para acompanhá-lo na comissão técnica da Seleção Brasileira sub-20, que vai disputar o Sul-Americano da categoria em janeiro, no Peru – a competição vale vaga para o Mundial e para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

Moacir Pereira é o “alter ego” de Ney Franco. É ele quem acompanha o treinador nos jogos, conversando pelo rádio intercomunicador. É, como a maioria dos assistentes, discreto e ao mesmo tempo fundamental.

É um perfil semelhante ao de Éder Paixão, o outro auxiliar de Ney. Paixão tem uma tarefa importante, a de analisar os adversários do Coritiba. Edison Borges era o terceiro auxiliar do técnico alviverde. Mas mudou de função neste ano, passando a ser o coordenador.

Outro profissional muito elogiado durante o ano foi Glydston Ananias. Ele era o preparador físico até a chegada de Ney. Passou a ser o coordenador de performance física.

O nome pomposo escondia uma estratégia de trabalho combinado entre categorias de base e time profissional, unindo as experiências dos fisicultores com os fisiologistas, a nutricionista e o departamento médico comandado por Lúcio Ernlund.

Fechando a turma, Marcelo Giacomelli faz o trabalho de “formiguinha’ para deixar o quarteto de goleiros pronto para jogar. E ainda tem o mérito de preparar Edson Bastos e Vanderlei a tal ponto que eles são considerados destaques do futebol paranaense – mesmo que um deles acabe tendo que amargar a reserva.