Enquanto os jogadores de Atlético e Coritiba tentam traduzir em gols os ensinamentos e treinamentos da semana, fora das quatro linhas Ney Franco terá mais uma oportunidade de encarar um duelo pessoal contra Antônio Lopes, que estará do outro lado.

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Não, não há nenhuma rivalidade entre eles e sim admiração do treinador alviverde por alguém que tem um currículo tão invejável. Por isso, nem a volta à Arena, agora como comandante Coxa, irá mudar o trabalho de Ney, que reconhece que vencer o Rubro-Negro não é nada fácil, mas encara a partida como a oportunidade de conquistar o “supermando”.

“Não só para mim, como para os jogadores, diretoria, torcedores, é um jogo que tem história e dentro dessa história você tem que respeitá-la e correr o tempo todo atrás de uma vitória”, analisa o treinador do Coritiba.

Para ele, enfrentar o Furacão, onde ele foi bem e deixou saudades nos torcedores, não preocupa. “Eu já tive essa experiência no ano passado, nós ganhamos por 3 a 2 e foi uma experiência que eu tratei e vou tratar de novo com muito profissionalismo, agora na casa do Atlético e é aquela questão básica do futebol: você é profissional, não é torcedor”, avisa Ney.

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De acordo com ele, a preparação é a mesma se fosse um jogo contra outra equipe. “Eu estou encarando a preparação da nossa equipe para este confronto como se estivesse encarando um Flamengo, um Cruzeiro pelo Nacional ou encarando o Paraná”, aponta. E jogar na Arena?

“Jogar na Arena sempre é mais difícil porque os números do Atlético são altamente positivos, mas o Coritiba, na história, já teve muitas experiências de ganhar lá dentro e a gente espera ter a competência de chegar lá e ganhar, como o Atlético pode vencer no Couto o Coritiba também”, pondera.

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Mesmo assim, ele não foge do duelo pessoal. Assim como Ariel x Pepe ou Edson Bastos x Neto, ele vai encarar uma disputa pessoal contra o Delegado. “Encaro como um duelo normal entre profissionais que se conhecem e vejo mais uma oportunidade de a gente estar no mesmo horário, no mesmo local trabalhando”, destaca.

Mas o Lopes te inspira? “Muito. Uma das coisas que mais me inspiram no Lopes é o currículo dele, as conquistas, foi campeão brasileiro, campeão da Libertadores, já trabalhou em seleção brasileira então é um treinador em que você se inspira”, finaliza Ney.