A quatro jogos sem saber o que é vencer – três deles pelo Campeonato Brasileiro, o Coritiba encara a partida de amanhã às 21h, contra o Criciúma, como o primeiro passo para voltar a figurar entre os líderes. Na sexta colocação com 24 pontos, o Alviverde está a um ponto de retornar ao G4. Em contrapartida, o drama vivido pela quantidade de desfalques persiste por mais uma rodada, e pode novamente comprometer o desempenho da equipe. Além do suspenso Bill, entre os titulares a nova baixa é o zagueiro Chico, e Robinho, com dores musculares, é dúvida. “É ter calma, tranquilidade. Não adianta se desesperar, por que aí sim se acaba cavando cada vez mais fundo esse buraco”, prega o técnico Marquinhos Santos.

A derrota por 1×0 para o Vitória, quarta-feira passada e nos últimos minutos, válido pela Copa Sul-Americana, já foi superada pelo Coritiba. A delegação alviverde cruzou o país e desde a noite de ontem já se encontra em Santa Catarina, concentrada para o compromisso de amanhã à noite contra o Criciúma, mas também fragilizada pela recorrente perda de jogadores. Poupado da partida contra o rubro-negro baiano por ter atuado em todos os 15 jogos do Brasileiro, o zagueiro Chico apresenta dores no joelho direito e acabou vetado pelo departamento médico.

Em seu lugar o argentino Escudero deve figurar pelo lado esquerdo da zaga, ao lado do titular Leandro Almeida, recuperado de dores nas costas. Ainda no sistema defensivo Victor Ferraz e Diogo voltam a assumir as laterais. Outro desfalque certo é o do atacante Bill, que levou o terceiro cartão amarelo contra o Corinthians e cumpre suspensão automática. Não bastando, quem também pode não enfrentar o Tigre é o meio-campista Robinho. O jogador deixou o jogo contra o Vitória reclamando de dores na coxa e será reavaliado pelo departamento médico, mas a tendência é que também desfalque o time.

Marquinhos Santos prega maior entrega dos atletas que têm à disposição. “Um momento de entrega e de superação, em função do calendário que temos. É preciso que todos se doem um pouco mais e ter um equilíbrio, por que o time não está jogando mal”, finaliza.