A partida entre Coritiba e Vitória, no Couto Pereira, colocará frente a frente clubes que, apesar de boas campanhas nesse início de Campeonato Brasileiro, seguem em descrédito quando o papo é título. Nada que afete o otimismo pelos lados do Alto da Glória. Pelo contrário. O elenco alviverde se diz blindado a rótulos como “zebra” ou “cavalo paraguaio”. Para os jogadores, quanto menos alarde, melhor.

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“Colocamos na cabeça que o título é possível, e a gente vem demonstrando isso até nas partidas contra os considerados grandes. Temos que continuar caminhando nesse objetivo de estar entre os líderes do campeonato. Se ninguém nos aponta como favorito, quando verem estaremo lá entre os cabeças no final”, declarou o volante Júnior Urso.

Mesmo exaltando o planejamento de Coritiba e Vitória, a imprensa do eixo Rio-São Paulo não vê nas duas equipes fôlego para sustentar vaga no G4 até o final. Por lá, o Alviverde – atual terceiro colocado, com 16 pontos – é apontado como candidato a figurar na parte intermediária da classificação. Para o técnico Marquinhos Santos, a expressiva campanha da dupla não surpreende. “É fruto do trabalho e da estrutura dos clubes que se organizaram, alcançando e querendo um algo a mais”, disse.

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