Após uma semana de apoio da diretoria ao técnico Ivo Wortmann, o Coritiba estreia Marcelinho Paraíba contra o Nacional para recomeçar no paranaense, garantir um ponto extra na próxima fase e dissipar a crise que explodiu no Alto da Glória no empate contra o Cianorte.
A torcida está impaciente com o time, mas deverá comparecer em bom número para ver a principal contratação do centenário em campo, que desde já assume a condição de titular e de bombeiro. Além do atacante, Rodrigo Heffner e Guaru serão as outras novidades na formação alviverde. O confronto começa às 18h30 no Couto Pereira.
“As cobranças só existem em clubes como o Coxa, o Flamengo, o São Paulo, clubes grandes e é assim mesmo. Quando você passa dois, três jogos sem vencer, a cobrança é normal e vai vir e eu passo para os jogadores terem tranquilidade, não pode deixar essa pressão atrapalhar porque temos um grupo de qualidade e podemos definir as partidas”, avisa Marcelinho.
É o que pensa o conterrâneo Carlinhos. “Responsabilidade, a gente tem todo dia. Nessas últimas três partidas, deixamos a desejar, mas tenho certeza que a equipe está bem concentrada para dar a volta por cima”, aponta.
“Muito pelo contrário. Estou supermotivado para esse jogo, tenho confiança no meu trabalho, tenho recebido muito apoio da direção. Na medida em que a gente fica chateado com o resultado, vinha de dois resultados e pensava na vitória a frustração é a derrota, mas desânimo, não, muito pelo contrário”, analisa.
Assim, a meta é fazer o Nacional pagar o pato. Será que dá? “Vai ser um jogo difícil, sabemos que eles vêm de uma sequência de vitórias, sabemos que vai ser um jogo bastante pressionado, que temos que fazer o gol, mas temos que entrar tranquilos porque o gol vai sair naturalmente e vamos procurar dar um ritmo bom para matar o jogo logo no começo, se não isso pode complicar a gente”, avalia o meia Renatinho.
Ainda sem Felipe, suspenso, Pereira continua na zaga enquanto Márcio Gabriel e Vicente dão lugar a Rodrigo Heffner e Guaru, respectivamente.