Enquanto tenta convencer Marlos a renovar e inicia a conversa com Carlinhos Paraíba, o Coritiba também precisa passar a limpo vários outros contratos que estão no fim ou se encaminhando para o final.

São os casos do lateral-direito Rodrigo Heffner e dos volantes Rodrigo Mancha e Dirceu. Também estão nesta situação o lateral-esquerdo Ricardinho e o atacante Henrique Dias, entre outros.

Todos eles estão no último ano de contrato, mas garantem que querem ficar e que já estão em entendimentos com os dirigentes. O único nessa situação que já disse que não fica é o avante Keirrison.

“O Jamelli (Paulo, coordenador de futebol) já me chamou para conversar e só falta decidir a data, se é até o final do Brasileiro ou não”, comemora Heffner, que chegou ao Alto da Glória na mesma negociação de Guaru e conseguiu achar um espaço na equipe.

O atual vínculo dele era de apenas três meses e acaba na sexta-feira. Por isso, a necessidade da renovação para ele continuar jogando após a partida do Grêmio. “Quero muito ficar até o final para poder ajudar o Coritiba, mas eu já recebi uma resposta que eu queria que era a de renovação e agora só estou esperando para assinar o contrato”, revela.

A permanência dele no elenco está acontecendo porque dos outros jogadores testados na posição, Heffner é o primeiro a mostrar que pode ser o dono da camisa 2.

Antes, Dick e Pedro Ken se machucaram e Alex Silva e Marcos Tamandaré não tiveram boas sequências de jogos para fazer sumir a dúvida na cabeça do técnico Dorival Júnior, que chegou a experimentar em alguns momentos Leandro Donizete e Alê, mas sem o sucesso esperado. Assim, Heffner conseguiu jogar três boas partidas já nos últimos dias de contrato e assegura a permanência para mais alguns meses.

É a mesma coisa que deve acontecer com outros jogadores que se destacaram. Com vínculo somente até janeiro, Dirceu garante que quer permanecer no clube. “Estamos conversando e minha vontade é renovar e permanecer”, diz.

 Ele só não sabe por quanto tempo seria esse novo acordo, mas espera apenas os novos contatos entre os dirigentes e seus procuradores para saber como será o futuro no Alto da Glória.

Já Rodrigo Mancha pretende ampliar o atual contrato por mais três anos. “A gente está conversando para renovar por mais três anos e estamos chegando a um acordo para ficar bom para ambas as partes”, projeta Mancha.