Depois de o Sport confirmar o empréstimo do atacante Juninho ao Corinthians, o clube garantiu que está reavaliando o negócio e pode propor um contrato de risco. O jogador de 19 anos responde processo por agressão, ameaça e injúria contra a ex-namorada. A moça alega que os episódios aconteceram em setembro do ano passado. Relata, ainda, que tomou tapas e murros no rosto, puxões de cabelo foi trancada no quarto e sofreu pressões para voltar a fica com ele. Além disso, ele teria dito que precisaria matá-la pra proteger a carreira dele. Alguns dias depois, ela pediu medidas protetivas.

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A possível contratação pegou mal pro Timão, que tem se mostrado apoiador das questões de gênero. Além de investir como poucos no time feminino, o clube criou uma campanha chamada “Respeita as mina” e, inclusive, fez alusão à ação na camisa dos atletas profissionais. Assim que a notícia vazou, a torcida corintiana passou a se manifestar nas redes com a hashtag #JuninhoNoCorinthiansNão e, ao que parece, a movimentação surtiu efeito. Ironicamente, a notícia da eventual contratação foi dada no dia em que se comemora a Lei Maria da Penha,

O jogador chegou a ser emprestado neste ano ao Ceará, onde a torcida também questionou a manutenção de Juninho no elenco. O Vozão o dispensou alegando indisciplina, mas acredita-se que a pressão dos torcedores resultaram no desligamento. À época da contração, o presidente do clube chegou a afirmar que havia contratado um atleta pra jogar futebol e “não pra casar com a filha de ninguém”. A declaração pegou mal e, pouco depois, Juninho acabou devolvido ao Sport.

 

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