No projeto, cerca de metade do dinheiro do PAC Mobilidade – R$ 200 milhões -deverá ser aplicado nas cidades da região metropolitana. “Hoje, alguém que quiser ir por uma rua asfaltada de Araucária para Fazenda Rio Grande, que são cidades vizinhas, tem que vir até Curitiba e seguir pela BR-116. Se nós quisermos ter mobilidade melhor em Curitiba precisamos melhorar o acesso das cidades metropolitanas entre si”, afirmou Pessuti. Com isso, segundo comentou, será facilitado não só o deslocamento de quem vier à Copa do Mundo, mas o dia-a-dia dos moradores.

Para evitar a passagem pelo centro de Curitiba, a Comec propôs a criação de um anel viário nas cidades metropolitanas. “É um projeto de 75 quilômetros, que contorna Curitiba e liga as vias radiais para que os motoristas evitem congestionamentos nas áreas centrais. Isso melhora o trânsito nas entradas para a cidade e controla o fluxo de veículos”, detalhou o coordenador da Região Metropolitana, Alcidino Bittencourt Pereira.

O presidente do Ippuc, Augusto Canto Neto, explicou que, em Curitiba, foram planejadas modificações principalmente em torno do estádio, rodoviária e aeroporto.

“Nós temos que melhorar principalmente os acessos e, para isso, temos que criar vias de ligação e implantar um sistema de ciclovias, que vai permitir às pessoas irem ao estádio, centro ou bairros de bicicleta.”