A contratação de um treinador já virou novela no Paraná Clube. Muitos nomes foram citados nas últimas semanas, reflexo da postura da própria diretoria. O presidente Rubens Bohlen chegou a cogitar que o novo treinador estaria na Vila Capanema na última rodada da Série B, disputada no dia 30 de novembro. De lá para cá, muitas especulações e a direção se mantendo evasiva nesta questão. Havia, nos bastidores, uma certeza de que Rogério Lourenço seria o comandante do clube, mas o seu nome também foi descartado.

‘Conversei com dirigentes e com o Roque Júnior. Mas, pelo que senti, surgiu uma nova opção’, lamentou Rogério Lourenço, que via nesta transação a oportunidade de projetar seu nome efetivamente no mercado nacional.

Sem previsão

Assim, a expectativa persiste e não se sabe ao certo quando o Paraná irá anunciar seu novo comando técnico. Este profissional viria, inicialmente, com auxiliar e preparador físico, já que hoje a comissão técnica permanente está ‘enxuta’. Permanecem no clube o auxiliar Ednelson, o preparador físico Gustavo Gomes, o fisiologista André Fornaziero e o preparador de goleiro Renato Secco.

A pré-temporada se inicia somente em janeiro, mas há vários aspectos dessa preparação que precisam ser debatidos com a comissão técnica, inclusive questões relativas à composição final do elenco. O Paraná pretende entregar a esse novo treinador um grupo já constituído, mas é certo que ajustes finais dependem da análise deste profissional, que normalmente busca dar um ‘toque final’ no grupo, com algumas indicações. O que não vai mudar é a base do elenco, formada por vários remanescentes de 2013 e alguns garotos ‘pinçados’ da base. Reforços pontuais têm por objetivo dar mais qualidade ao plantel tricolor.