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Conselheiros do São Paulo questionam comissão em negociação de Diego Souza

  • Por Estadão Conteúdo

A reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo na noite da última terça-feira trouxe uma informação nova que até então não havia sido divulgada e provocou um debate acalorado entre os presentes. O atacante Diego Souza, contratado no ano passado, custou R$ 13,46 milhões, e não apenas R$ 10 milhões como foi falado na época. Isso sem contar os salários.

O jogador estava no Sport, que havia contratado ele por um valor muito menor quando estava no Fluminense. Ele teve um bom desempenho no time pernambucano e chamou a atenção de algumas equipes. Por entender que o atleta poderia acrescentar ao tricolor, a diretoria se esforçou para trazer ele para o Morumbi.

Para contratá-lo, o São Paulo pagou R$ 10 milhões ao Sport, mais R$ 1 milhão em luvas, outra quantia de R$ 1 milhão em imagem e uma comissão de R$ 1,46 milhão para o agente Fabio Mello e a empresa Brazil Soccer, que ajudaram na intermediação do negócio. Isso causou espanto em muitos conselheiros, que não sabiam detalhes da transação.

A principal reclamação foi em relação ao dinheiro para os intermediários, sendo que o São Paulo costuma ter boa relação com a diretoria do Sport e não necessitava de pessoas prestando esse serviço. Essa questão dos intermediários também foi uma grande polêmica envolvendo a gestão anterior, de Carlos Miguel Aidar, que acabou renunciando antes do final de seu mandato.

Na semana passada, o São Paulo acertou o empréstimo de Diego Souza para o Botafogo, sem custos de transferência, até o final do ano. A alegação da diretoria é que o atleta não faz parte dos planos do técnico Cuca, que vai assumir o time em abril. Outro ponto importante é que o tricolor vai diminuir sua folha salarial com essa negociação.

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