Em meio a mudanças que a Conmebol está implementando em suas competições, a entidade revelou nesta semana que todos os times que disputarem a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana terão de ter uma equipe feminina a partir de 2019, ano em que passará a valer o novo regulamento de licenciamento de clubes destes torneios. A novidade consta no novo estatuto da Conmebol, aprovado no dia 13.

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As novas regras da Conmebol foram adequadas ao artigo 23 do estatuto da Fifa, que preveem, além de neutralidade política e religiosa, e controle de dopagem, a igualdade de gênero. Segundo o documento, “o solicitante (a disputar a competição) deverá ter uma equipe feminina ou associar-se a um clube que possua a mesma. Ademais, deverá ter ao menos uma categoria juvenil feminina, ou associar-se a um clube que possua a mesma”.

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Além disso, os clubes terão de fornecer todo o apoio técnico e estrutural necessário para as equipes femininas possam funcionar, como campo para a disputa de jogos e treinos.

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Ainda como parte dos requisitos, se exige que os times femininos, profissional e de base, “participem de competições nacionais e regionais autorizadas pela respectiva associação membro”.

Organizada e mantida desde 2009 pela Conmebol, a Copa Libertadores só teve uma equipe campeã que não fosse brasileira. De lá para cá, o São José conquistou três títulos, o Santos dois, e a Ferroviária-SP, que ficou com o troféu em 2015, conquistou uma taça. Em 2012, o Colo-Colo se sagrou campeão do torneio.