O técnico Claudinei Oliveira reconheceu que o Santos não teve grande atuação na vitória por 1 a 0 sobre o Goiás, sábado, na Vila Belmiro, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas preferiu destacar a importância do triunfo. Com o resultado, o time chegou aos 25 pontos e assumiu, mesmo que provisoriamente, a oitava colocação no torneio nacional.

“São três pontos. Não podemos ficar tristes porque jogamos mal e ganhamos. A gente fica triste quando joga mal e perde, ou então joga bem e perde. Os três pontos são nossos e ninguém tira agora”, afirmou Claudinei, também admitindo que a escalação inicial do Santos não funcionou.

Por isso, ele fez duas mudanças no intervalo, com as entradas de Giva e Renato Abreu, além de ter adiantado Cícero. “Coloquei o Cícero em uma posição que ele não está acostumado a jogar, mas ele ajudou, participou bem. Qualquer esquema a gente pode repetir, de repente dá certo ou errado, a gente vai procurar jogar o que tem de melhor e sabendo que tem que ganhar”, disse.

Claudinei, porém, culpou a falta de treinos pelos erros cometidos pelo Santos diante do Goiás. “A gente não tem tempo de treinar. Penso e tenho que colocar em prática. Às vezes para o jogador é complicado porque não dá tempo para treinar. As substituições surtiram efeito. A entrada do Renato deu um pouco mais de posse de bola. O Giva entrou e participou do lance do gol do Thiago”, comentou.

Após o jogo, os reservas do Santos treinaram na Vila Belmiro. Claudinei explicou que a atividade permitiu que os jogadores ganhasse um dia de folga antes da maratona que o time terá pela frente, com jogos contra Internacional, Flamengo e Botafogo nas próximas terça-feira, quinta-feira e domingo, respectivamente.

 

“O treinamento de hoje foi para substituir porque treinaríamos amanhã e depois viajaríamos segunda. Então conseguimos a vitória e mudar a programação, tirar o treino de amanhã. Quem jogou já está fazendo regenerativo e o resto treinou no campo, para liberar os jogadores para ficar com a família”, afirmou.