Na pontuação individual, o Brasil garantiu seus três atletas entre os cinco primeiros. O atleta paranaense foi o melhor, com 50 pontos. Matthew Chrabot e o mexicano Francisco Serrano ficaram empatados com 44, seguido de Shiro, com 40, e Fabinho, com 38.
“Eu sabia que o cara que incomodaria mais seria o Mathew. Sempre esperei o momento da corrida para atacar e vencer. Na última bateria, que geralmente eu vou melhor, realmente estava cansado por ter forçado muito nas duas, mas valeu a pena. Batalhei até o final e o resultado não poderia ser melhor”, comentou Juraci, 31 anos, que representou o Brasil em três olimpíadas, sendo o melhor latino-americano nos Jogos de Beijing, na China, em 2008.
“Com este resultado, mostramos que o Brasil está forte, que o triathlon brasileiro tem condições de crescer muito. O importante é que o Brasil ficou com o título. No ano que vem estaremos de volta para buscar o tri e com essa mesma formação, como também foi no ano passado”, acrescentou Juraci, que disputa o Fast Triathlon desde a edição inicial. Shiro também ressaltou a superação, após o erro na 2.ª bateria.
“Dei tudo de mim, foi coração e venci do início ao fim”, afirmou o competidor de 32 anos, que disputou as Olimpíadas de Atenas. Fabinho destacou o trabalho em equipe. “Fomos bem consistentes, estávamos sempre entre os primeiros e valeu todo o esforço”, relatou.