A ginástica artística brasileira estará em seis finais da Copa do Mundo de Doha, no Catar, entre sexta e sábado. Nesta quinta-feira, Diego Hypólito brilhou fazendo a melhor nota no solo e avançando à final também no salto. Rebeca Andrade mostrou-se recuperada da cirurgia no joelho para receber a segunda melhor nota nas barras assimétricas. Ela, entretanto, estava escalada para competir também na trave, mas não se apresentou.

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Hypolito estreou muito bem na temporada. Apesar de prometer uma série simples, ele apresentou a série mais complexa entre todos os 24 competidores no solo e recebeu nota 15,400, que valeria bronze no Mundial do ano passado. Diego não competiu em Glasgow porque a prioridade do Brasil naquela competição, em 2015, era a vaga olímpica com equipe completa. Agora, candidato à medalha no Rio-2016, é nome praticamente certo no time que vai aos Jogos.

O ginasta da equipe de São Bernardo do Campo também vai disputar a final do salto em Doha. Nas eliminatórias, Hypolito recebeu 14,900 em suas duas apresentações e passou em terceiro. Ângelo Assumpção ficou em nono no solo e em 11.º no salto e indicou que os Jogos do Rio ainda não serão sua primeira Olimpíada.

Amigo de infância de Arthur Zanetti e enteado do técnico Marcos Goto, Henrique Flores avançou à final das argolas com a sétima melhor nota: 14,800. Ele tinha a melhor nota de partida, mas não fez boa apresentação. Já o jovem Fellipe Arakawa fará final na barra fixa (foi sétimo com 14,600) e fica como reserva nas barras paralelas (décimo, com 14,500).

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No feminino, Rebeca Andrade fez boa apresentação nas barras paralelas e recebeu a segunda melhor nota das eliminatórias: 14,500. Já Thauany Araújo fará final na trave, após passar em quarto, com 14,200. Ela ainda foi 23.ª nas barras assimétricas, falhando em sua apresentação – recebeu só 11,650. Nenhuma das duas competiu no salto ou no solo.