É inegável que a Argentina se deu bem no sorteio dos grupos da Copa do Mundo. Cabeça de chave do Grupo F, os hermanos terão como adversários a Bósnia-Herzegovina, o Irã e a Nigéria. E são os bósnios, adversários da estreia, que parecem ser motivo de maior preocupação para a seleção sul-americana, até pelo forte componente emocional que sempre envolve uma primeira rodada de Mundial.

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Argentina e Bósnia se enfrentam neste domingo, na primeira partida desta Copa a ser disputada no Maracanã. Em entrevista coletiva realizada na Cidade do Galo, em Belo Horizonte, o zagueiro argentino Garay destacou nesta quinta-feira o jogo aéreo como a principal arma dos bósnios. “Eles têm jogadores altos, então não podemos lhes dar bolas paradas ou escanteios”, declarou o zagueiro do Benfica.

Garay citou o centroavante Dzeko como destaque da equipe bósnia, mas adiantou que nem com o atacante do Manchester City a Bósnia será capaz de amedrontar os argentinos. “Temos que ganhar porque somos a Argentina. São noventa minutos e temos que ter paciência”, ressaltou.

Já o volante Biglia falou nesta quinta sobre a importância de todo o time participar no sistema defensivo para que a Argentina tenha uma defesa sólida durante o Mundial. “A primeira linha de defesa vem dos atacantes. Nós somos uma equipe muito ofensiva, mas isso não quer dizer que tenhamos uma defesa frouxa”, disse o meia da Lazio, recuperado de uma contusão na coxa direita.

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Como não poderia deixar de ser, Lionel Messi foi descrito pelos dois colegas como referência da equipe argentina. Biglia fez elogios rasgados ao capitão argentino, que acredita ainda ser o jogador “número um” do futebol mundial. “Leo é um líder muito positivo e te mostra a cada dia estar à altura do posto. Nos surpreende sempre, mesmo na terra de nosso rival”, declarou o jogador, se referindo ao fato de que o astro vem sendo reverenciado de forma efusiva pelos torcedores na capital mineira.