A derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Atlético Nacional, nesta quarta-feira, no Morumbi, derrubou o ânimo do técnico Edgardo Bauza. O argentino mostrou de desânimo pelo revés na primeira partida das semifinais da Copa Libertadores e admitiu que o placar faz a missão de tentar classificar o time na semana que vem, em Medellín, na Colômbia, ser a mais difícil da sua carreira.

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“Já enfrentei situações complicadas, mas não tanto como agora, pela margem dessa situação. O que vamos fazer é trabalhar com a ideia de tentar reverter. Temos muitas dificuldades para enfrentar”, comentou o argentino, dono de dois títulos do torneio como treinador. Bauza tem de fazer o São Paulo ganhar por três gols de diferença para que confirme a vaga na decisão da Libertadores sem precisar da decisão por pênaltis ou de uma vitória por dois gols de diferença, mas desde que marcando ao menos três vezes.

O argentino contou que não conta nem com o meia Paulo Henrique Ganso e nem com o atacante Kelvin para a partida. Os dois sofreram lesões musculares. “Minha experiência nisto me diz que eles não vão jogar. A comissão técnica tem feito o possível, mas nenhum deles deve ter condições”, disse.

A equipe não terá também o zagueiro Maicon, que vai cumprir suspensão por ter sido expulso nesta quarta, mas poderá contar com Centurión, que está liberado dos três jogos de gancho por cuspir em um adversário.

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O treinador disse que no vestiário, após a derrota, o elenco se reuniu para falar sobre a partida e comentar como pode reagir. “Vamos tentar atacar para chegar ao primeiro gol, para abrir um pouco as chances. Estamos tristes, porque os torcedores encheram o Morumbi, vieram e não pudemos presenteá-los com alegria. Temos que pedir desculpas. Vamos tentar dar a vida na Colômbia”, afirmou.