O Atlético começou o Paranaense com vantagem sobre os principais concorrentes. A diretoria atendeu ao pedido do técnico Ney Franco e manteve a base do Brasileirão. A falta de condicionamento físico foi superada pelo entrosamento e o Rubro-Negro veio arrasador. Ganhou seus 12 primeiros jogos e entrou para a história do clube, batendo o recorde que perdurava desde 1949. Mas no decorrer da campanha enfraqueceu.A primeira baixa foi o colombiano Ferreira, emprestado para os Emirados Árabes. Depois Claiton foi para o Japão e Jancarlos para o São Paulo. As perdas minaram a jogada forte pelo lado direito e o rendimento caiu. Com a nova formação, a equipe não embalou e sofreu duas derrotas seguidas na abertura da segunda fase, para Engenheiro Beltrão e Paraná. Surgiram então as críticas.
Apesar de não reeditar o bom futebol, o time superou as limitações e classificou-se à semifinal. Mas novamente não se encontrou e só despachou o Toledo porque tinha vantagem de dois resultados iguais.
Em meio a essa gangorra, o Atlético fraquejou no primeiro jogo da final, perdeu por 2 a 0 para o eterno rival Coritiba, no Couto Pereira e viu as chances de ser campeão diminuírem. Na partida derradeira, na Arena da Baixada, o Atlético contou com a força de seu torcedor e foi pra cima. Mas não deu. Venceu a partida, mas o placar foi insuficiente para levantar o caneco.