O técnico do Atlético, Marcelo Vilhena, reclamou, durante a coletiva de imprensa após o clássico, da pressão feita pelo Paraná na saída para o intervalo do jogo. O supervisor de futebol do Tricolor, Fernando Leite, foi para cima da arbitragem para reclamar dos gols anulados e teve que ser contido por integrantes da comissão técnica do clube ao fim do primeiro tempo. ‘A pressão feita na arbitragem no intervalo foi muito forte e ele acabou se perdendo no segundo tempo’, disse Vilhena.

De acordo com o técnico atleticano, houve vários episódios incomuns no jogo que o fizeram mudar o jeito dos jogadores atuarem. ‘Tiveram coisas atípicas como a expulsão, que mudou nossa maneira de jogar no final do jogo. Acredito que o juiz foi um pouco rigoroso’, ressaltou, também reclamando da expulsão do atacante Júnior Barros “Acredito eu que quando o Junior viu o Juninho, ele imaginou que era substituição pra ele e ele caiu”.

Ainda segundo o comandante rubro-negro, o time estará preparado mesmo apenas na quinta rodada, no clássico com o Coritiba, dia 22, no Couto Pereira. “Nós temos muito ainda pra amadurecer, pra crescer. Talvez contra o Coritiba, em relação aos nossos conceitos, nós já estaremos mais consolidados”, avaliou Vilhena.

Lado positivo

Por outro lado, o goleiro Alexandre, um dos principais nomes do clássico, enalteceu a atuação e a recuperação da equipe após a derrota para o Rio Branco na última quarta-feira por 3×1. “Nunca tivemos dúvidas da qualidade do nosso elenco. Perdemos a última partida, mas sabíamos de nossas possibilidades de reverter isso. E agora, nada como uma vitória no clássico para comprovar isso”, desabafou ele.