Joffre Guerrón chega fazendo história no Atlético, já que não é costume do torcedor rubro-negro recepcionar jogador em aeroporto. Inclusive, raras vezes o clube apresentou seus novos contratados na Arena da Baixada. E nos últimos anos passaram dezenas pelo Rubro-Negro.
Neste ano somente o meio-campista Branquinho teve o privilégio de conceder entrevista na sala de imprensa do estádio. Normalmente, os atletas prestam suas primeiras declarações e vestem a camisa rubro-negra após treinamento no CT do Caju.
A prática carinhosa de torcedor recepcionar jogadores foi abolida do Atlético durante a gestão da administração passada, na qual o acesso à informação era bem restrita. A torcida só ficava sabendo de alguma contratação através da divulgação do site oficial do clube. Isso inibia qualquer manifestação. No máximo, o novo jogador recebia demonstração de aprovação por parte dos associados, quando comparecia na Arena antes da realização de algum jogo do Brasileirão.
Reconhecimento?
A chegada triunfal do equatoriano Guerrón se deve ao futebol apresentado em 2008, quando encantou a todos atuando pela LDU, do Equador. Naquele ano, “Dinamita” conquistou a Copa Libertadores e foi eleito o melhor jogador da competição. Depois foi vendido ao Getafe, da Espanha, onde não conseguiu boas atuações. O mesmo se repetiu no Cruzeiro, clube que defendeu até o mês passado por empréstimo.


