Se “quem não gosta de samba, bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doente do pé” os jogadores do Atlético estão sambando todos os dias no CT do Caju. As vitórias que salvaram o time da zona do rebaixamento são provas de que a cabeça dos jogadores foi trabalhada com intensidade nas últimas semanas. A sequência de quatro vitórias em cinco jogos aconteceu justamente após a chegada da psicóloga Suzy Fleury, especialista neste tipo de trabalho esportivo.
Se foi na base do samba não saberemos já que a profissional preferiu manter o sigilo ao negar uma entrevista que pudesse esclarecer quais métodos ela utilizou -, mas o resultado esta agradando ao treinador e também aos jogadores. “É muito importante (o trabalho da psicóloga). Depois que ela chegou conseguimos uma sequência boa de vitórias. Acho que tem que continuar, pois está fazendo bem para nós. É uma pessoa maravilhosa e o trabalho dela mostra que é muito bom. Tem que continuar, pois tudo está dando certo”, comentou o
atacante.
Efeito rápido
Um dos jogadores que mais aproveitou o trabalho da psicóloga foi o meia Marcos Guilherme. As vaias que recebeu no jogo contra o Figueirense não foram suficientes para abalar a confiança do jogador por muito tempo. “Foi bastante intenso. Aquele jogo me marcou muito pelas vaias, pelo que a torcida falou de mim. Me chamaram de muita coisa. Coloquei isso na minha cabeça, mas não levei pro lado negativo. Pensei comigo: Vou treinar ainda mais, me dedicar ainda mais para quando tive oportunidade de novo e mostra que não sou aquilo que eles estavam falando”, disse o meia.
