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De Letra

Aloísio estuda proposta para deixar o São Paulo

Pretendido pelo futebol da China, Aloísio está dividido se aceita a proposta milionária ou se continua no São Paulo. O atacante receberia cerca de R$ 350 mil livres de impostos no Shandong Luneng – clube que contratou o técnico Cuca, do Atlético Mineiro -, três vezes mais do que ganha no Morumbi. A diretoria, por sua vez, continua firme com a intenção de não liberá-lo. A opinião é que Aloísio tem o perfil aguerrido que cativa o grupo e deixá-lo partir enfraqueceria o elenco.

Quem já garantiu isso foi o vice de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes. O dirigente rebateu as notícias de que o atacante interessa ao Shandong Luneng e disse que pretende mantê-lo no time tricolor quando terminar o vínculo de empréstimo, no meio do ano que vem.

“Não nos interessa nem um pouco liberar o atleta, que ‘se mata’ em campo, dá o sangue pelo time e tem contrato conosco. É do nosso interesse que ele, inclusive, fique depois do término do vínculo e conversaremos com ele e seu empresário para resolvermos isso”, afirmou o dirigente.

Não é a primeira vez que a China tenta levar o atacante. O próprio Aloísio revelou em entrevista coletiva que recebeu uma proposta no primeiro semestre e não quis nem ouvir por não achar ser o momento de deixar o clube. Agora, no entanto, ele cobra um aumento salarial e não descarta a hipótese de se transferir. O São Paulo, por sua vez, quer uma prorrogação do empréstimo para dar o reajuste pedido.

DIFICULDADES – Nem a má campanha no Campeonato Brasileiro animou o presidente Juvenal Juvêncio a abrir os cofres para trazer reforços. A diretoria sonha com nomes como Vargas, Jucilei e Rafael Sóbis, mas esbarra nas questões financeiras para viabilizar os acordos e se nega a gastar quantias vultuosas, se é que tem. “Estamos atrás de algumas coisas, mas nos termos em que estão sendo postas na mesa, fogem da nossa política e não aceitamos isso”, explicou João Paulo de Jesus Lopes.

Juvenal Juvêncio prometeu um São Paulo forte para 2014, mas se assustou com os R$ 500 mil mensais que Rafael Sóbis ganha no Fluminense e já descartou pagar os R$ 16,2 milhões pedidos pelo Anzhi Makhachkala, da Rússia, para liberar Jucilei. Enviado à Europa para negociar, o diretor executivo Gustavo Vieira de Oliveira barganha descontos.

Dentro do Morumbi há a certeza de que o ano que vem será difícil para o futebol brasileiro e que apenas em 2015 a situação começará a melhorar. A avaliação é que o calendário espremido por causa da Copa do Mundo espantará investidores e patrocinadores.

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