Um acidente pode afastar o profissional da obra, do serviço e da renda. Uso correto de equipamentos de proteção reduz riscos e mantém o trabalhador ativo
Para quem vive do próprio trabalho, ficar parado não é uma opção. Pedreiros, eletricistas, pintores, marceneiros e prestadores de serviço em geral sabem que qualquer imprevisto pode significar dias ou até semanas sem renda. Nesse cenário, o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) deixa de ser um gasto extra e passa a ser uma medida essencial para garantir segurança, continuidade do trabalho e tranquilidade no dia a dia.
Na rotina de obras, reformas e serviços de manutenção, riscos fazem parte do ambiente: quedas, cortes, impacto de objetos, contato com poeira, produtos químicos e ruído excessivo. Muitos acidentes acontecem justamente em atividades consideradas simples, quando o profissional dispensa o uso de luvas, óculos ou capacete por achar que “é só um serviço rápido”.
Proteção evita afastamento e prejuízo financeiro
Dados do setor mostram que grande parte dos afastamentos no trabalho está relacionada a acidentes que poderiam ser evitados com o uso correto de EPIs. Para o trabalhador autônomo, isso representa não apenas um problema de saúde, mas também a perda direta de renda e, em alguns casos, de clientes.
Luvas adequadas evitam cortes e queimaduras, óculos de proteção reduzem o risco de lesões nos olhos, capacetes protegem contra impactos e calçados de segurança ajudam a prevenir quedas e perfurações. Máscaras e respiradores, por sua vez, são fundamentais em ambientes com poeira, tinta ou produtos químicos, preservando a saúde a longo prazo.
Segurança também é produtividade
Além de evitar acidentes, o EPI adequado contribui para um trabalho mais eficiente. Quando o profissional se sente protegido, ele executa as tarefas com mais confiança e concentração, reduzindo erros e retrabalho. A segurança também melhora a imagem profissional, especialmente em obras contratadas por empresas ou condomínios, onde o cumprimento de normas é cada vez mais exigido.
Hoje, o mercado oferece EPIs com diferentes níveis de proteção, conforto e custo, o que permite ao trabalhador escolher equipamentos adequados à sua realidade e ao tipo de serviço realizado. O importante é entender que segurança não deve ser negociada.
Acesso fácil e orientação fazem diferença
Com a ampliação do acesso a lojas especializadas em ferragens e equipamentos de proteção, ficou mais simples encontrar EPIs certificados e adequados para cada atividade. Empresas como a Casa Nova Ferragens acompanham de perto as demandas do dia a dia da construção e dos serviços autônomos, oferecendo opções que ajudam o profissional a trabalhar com mais proteção e menos risco.
No dia a dia da obra ou do serviço, alguns cuidados básicos fazem diferença para reduzir riscos, evitar acidentes e garantir que o trabalho não pare. Veja os principais pontos de atenção:
Itens:
- Identificar os riscos da atividade antes de iniciar o serviço, como quedas, cortes, impacto de objetos, poeira, ruído ou contato com produtos químicos.
- Escolher o EPI adequado para cada tarefa, utilizando luvas, óculos, capacetes, máscaras e calçados compatíveis com o tipo de trabalho realizado.
- Conferir as condições do equipamento, evitando o uso de EPIs rasgados, vencidos, danificados ou mal ajustados ao corpo.
- Manter a proteção mesmo em serviços rápidos, já que muitos acidentes acontecem em tarefas simples ou de curta duração.
- Tratar o EPI como investimento em segurança, já que a prevenção reduz afastamentos, preserva a saúde e garante a continuidade da renda.
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