Qual o sentimento mais forte que domina, hoje, a maior torcida do Paraná: a alegria de voltar para a Baixada ou a angústia de uma possível eliminação para o pequeno América de Natal?

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Entendo qualquer resposta. São sentimentos, que no futebol têm a capacidade de se revezar a cada minuto. Mas, às vezes é preciso separá-los. O futuro do Atlético não pode ser determinado por um único jogo, mesmo que um fracasso implique na eliminação. Nenhuma frustração nesta noite pode absorver a alegria da volta a uma Baixada, que nem em sonho do maior sonhador existia.

Quando a obra é resultado da força de um povo, não há heróis. Bem por isso, o único discurso que se deve ouvir na Baixada é o cântico da arquibancada na passagem mais bela dos versos de Zinder Lins e Genésio Ramalho: “À tradição vigor sem jaça, nos legou o sangue forte, Rubro-negro é quem tem raça e não teme a própria morte”.

Concordo, bem que poderia ser diferente.

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O sentimento de alegria não precisava levar susto da angústia. A diretoria sabia que essa noite iria chegar, mas foi insensível à paixão da torcida. Ao invés de um grande time, dá-lhe um time carregado de incerteza pela falta de qualidade; ao invés de ídolos, oferece apenas promessas, como se um time não dependesse do presente.

O importante é voltar para casa.

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De primeira: Gostaria que um professor de português me explicasse o real significado da expressão que citei do hino atleticano “À tradição vigor sem jaça”. Entre as alternativas do dicionário eletrônico extraio como sinônimo que possa representar o espírito da criação, falha; defeito; imperfeição; mancha. Então o significado de “sem nenhuma jaça”, seria “À tradição vigorosa, sem nenhuma imperfeição”. Desculpem se não for esse o significado. Professores, onde estão? Cartas para a redação.