Tornou-se difícil a vida do Coritiba. Perdeu para o Atlético, contra o qual qualquer resultado é lógico e normal, principalmente quando quem vence está superior. Hoje joga contra o São Paulo no Morumbi, onde tradicionalmente, a derrota de quem chega é previsível e provável.

Mas desta teoria é possível extrair-se um fato positivo, embora também não passe de uma teoria: jogar no Morumbi não está sendo difícil como deveria. O São Paulo foi transformado em um time previsível, carente de qualidade técnica e que sobrevive da força, às vezes bruta. Sem Luís Fabiano, além de previsível, tornou-se um time absolutamente comum. Resta saber com qual consciência que o Coritiba irá para o jogo.

Futuro

Se houver mais sensibilidade para conquistas no campo como existe para negócios, o Atlético poderia tomar definitivamente o caminho para o bicampeonato. As carências de reposição – ou de posição, como as laterais, e uma nova opção de ataque, teriam que ser enfrentadas obrigatoriamente nesse momento.

Dagoberto e Washington não são de ferro. Goleadores e temidos, a toda hora estão expostos. Existe ainda o impedimento de se ampliar as opções para a saída de jogo. Quando o adversário fecha o lado de Fernandinho, a única saída é o meio, que no futebol atual vive bloqueado e marcado.

Estar na ponta não significa que todas as soluções já existem. Dinheiro e opções não faltam. Basta o querer. Quando se quer, boa parte da conquista se consuma.

Televisão

De primeira: O critério da televisão para escolher os jogos para transmissão a cabo, presumo, é pela tradição. Embora discutível, é um critério. No entanto nenhum critério a partir de agora será justo e correto, sem tomar por base a classificação. Fora disso é uma lesão ao contrato.

continua após a publicidade

continua após a publicidade