Não há como negar a influência que uma torcida exerce no resultado de um jogo de futebol. A história se encarrega de provar que a força de uma torcida já deu soluções de vitórias improváveis. Trânsito para valorizar o mando de jogo como elemento de diferença alimenta a responsabilidade do time, dando-lhe a exata medida da importância de uma vitória. Com um estádio lotado, o jogador não corre só por obrigação, mas, também, por orgulho. Alcançando a exaustão, supera limites, inclusive técnicos.

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Não me lembro de quando o Paraná, nos últimos anos, precisou tanto da influência de sua torcida, como precisa a partir de hoje à noite contra o Bragantino. E não se faz uma provocação gratuita para a torcida ir à Vila. É o primeiro jogo da parte mais importante de uma campanha, que pode devolvê-lo à elite do Brasileiro. Campanha cujo brilho está no sacrifício que reclama, quase que diariamente, o exercício do ideal, coisa que está se tornando estranha ao futebol.

O Paraná já foi judiado demais. Precisa voltar para acabar com essa sua amarga realidade.

Há recursos para ganhar o jogo e voltar ao G4. Mais ainda, por que Dado Cavalcanti está deixando de ser estrela e voltando a ser o bom treinador que é.

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Então, vá pra Vila.

Pacote

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Ninguém me contou, mas presumo. Um dos motivos pelos quais Paulo Baier está sendo descartado pelo Atlético para a próxima temporada são as atitudes conflitantes do seu empresário. Explico: agente também de Manoel, ele usa a importância do zagueiro para forçar o clube a dar solução para o contrato de Baier. O clube estava se sentindo refém do empresário.

Não há anjo nesse caso.