Já havia riscado como tema a construção da Arena da Baixada. Mas vem a Tribuna, em trabalho do jornalista Ricardo Brejinski, e demonstra que foi a obra que menos evoluiu entre todas as sedes da Copa do Mundo. Nesse compasso, Natal e Cuiabá logo podem lhe passar. E era a Baixada a obra mais evoluída de todas quando tudo começou.

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Mas esse fato seria absorvido pelo argumento da lógica, que existe em qualquer construção: a sua evolução é fisica na proporção do dinheiro que entra. Seria, então, lógico, que a obra da Baixada diminuísse o ritmo na medida em que o BNDES não liberava o dinheiro, o que ocorreu só agora com os 26 milhões que, aliás, já estavam investidos.

Ocorre que esse atraso não pode ser dissociado do outro: o valor final da obra, hoje, seria de 260 milhões e não 180 milhões. E há um saldo de 104 milhões para vir do BNDES, mas assim mesmo a conta-gotas. O saldo do dinheiro do BNDES, que já não seria suficiente para finalizar a obra, mesmo que fosse à vista, ficara ainda mais espremido com o espaço até dezembro.

Desses fatos surgem dúvidas que precisam ser enfrentadas: de onde virá a diferença para se alcançar o último tijolo? E quem vai pagar? Uma ata assinada, e fitas gravadas, provam que o limite do valor da obra dado pelos conselheiros atleticanos é de 180 milhões de reais. E não atribuam só responsabilidade ao presidente Mário Celso Petraglia. O governador Beto Richa avalizou tudo.

Campeonato

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Não me impressiono com a campanha do Londrina, por que a tabela lhe foi generosa. O Paraná tem futuro no campeonato, por que Toninho Cecílio sabe armar uma defesa. E na atual, há um jovem de qualidade que é Alex Alves. Tudo está sendo muito bonito até agora. Se Marquinhos Santos e Tcheco não atrapalharem, o Coritiba ganha os dois turnos. E se há um que possa lhe fazer páreo no segundo turno é o Atlético. Desde que lhe interesse.