O atleticano anda vivendo mais da lógica da matemática, que informa que é possível a salvação, do que da lógica técnica, que nega essa esperança. Esquece que no futebol a matemática não é pura, por ser dependente da condição técnica de um time.

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É certo que os números incentivam o atleticano a ainda ter esperança. Mas, a conduta do time com Antônio Lopes, não oferece segurança de que possa alcançar o objetivo.

Os atleticanos é que, às vezes, criam situações insensatas. A última é a avaliação de que Lopes está invicto na Baixada. Essa invencibilidade de seis jogos tem quatro empates, ou seja, oito pontos jogados fora.  Amanhã, o Atlético joga contra o Atlético Goianiense. É a última fase do campeonato. Todas as outras o Atlético perdeu, porque não saiu da zona de rebaixamento. A última é carregada do radicalismo de Francisco Horta, dos tempos do Fluminense de Rivelino: vencer ou vencer.

Sem Paulo Baier, Lopes quase está acertando o time. Com Deivid, Fransérgio e Oliveira dá consistência à marcação e libera Marcinho só para criar. Criar e marcar são um peso muito grande para o jogador.

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Digo que Lopes quase acertou se tivesse anunciado Pablo no lugar de Nieto. O menino, serve para um time que precisa ganhar jogando naturalmente; o argentino, só poderia servir na fase de desespero. Ainda há tempo de Lopes acertar o time.